Suas besteiras eu jogo na pilha de papel que guardei
especialmente para você
Suas declarações de amor, nas quais eu acreditei
tão ingenuinamente
Agora já não valem o tempo que eu passei
lendo e relendo
E perdendo, meu tempo, e perdendo
You don't love me you just like the conquest
You don't love me you like the possibilities
You don't love me, you don't love me
Se lembra daquela música que te fiz?
Se lembra de tudo o que ela diz?
Pois bem, já não toca mais no meu violão
Essa será a última que te escrevo de coração
You don't love me you just like the conquest
You don't love me you like the possibilities
You don't love me, you don't love me
E pensar que eu acreditei por um momento e pensei,
Repensei, que talvez tudo o que você disse era verdade
Mas a única verdade é que
You don't love me you just like the conquest
Você não me ama
You don't love me you like the possibilities
Não me ama
You don't love me, you don't love me
Não, você não me ama
sábado, 2 de maio de 2009
Lucky
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Chega sempre a hora em que não basta apenas protestar: após a filosofia, a ação é indispensável. (Victor Hugo)
às
17:30
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